segunda-feira, 24 de agosto de 2009

O Equilíbrio da Alma



A Alma desde o berço busca os extremos
Um pingo de alma pede um mundo de afeto
Pais querem um mundo de paciência
Pois nunca foram onipresentes

A Natureza das almas não as completa
O corpo incapaz de atender a tantos anseios
Rende-se, e o espírito suplica por alivio
Mas nem todas as respostas vêm como um raio.

As duvidas, os anseios e os tantos sonhos da alma
Sem opção se entregam as condições da vida
Lançados as traças, sem força de ser o que realmente são.
A Busca incessante mostra que nem tudo é fartura
Mas também, que nem tudo é carência!

As respostas sempre vão estar
Mas, as mudanças vem ao surgir das perguntas
Tantos porquês proclamam por uma vida nova
Nova, inovada e reinventada
O um novo dia traz risos
E temos conclusões hilárias

Que na vida, não podemos ser conclusivos :D
Haverá sempre novidades em conceitos antigos
Inúmeras respostas há entre o sim e o não
Mil formas de paixões
E muito mais linguagens do amor
A se identificar nos corações.

“Calar e sossegar a alma é possível”

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